Marquise ou Marquize: Qual é o Correto?

Você está caminhando pela rua quando começa a chover e procura abrigo debaixo daquela cobertura que avança sobre a calçada. Na hora de escrever o nome dessa estrutura, surge uma dúvida bastante compreensível: se pronunciamos a parte final da palavra com um som parecido com o de z, deveríamos escrever marquize? A resposta revela uma característica importante da ortografia portuguesa: som e letra não mantêm sempre uma correspondência direta. Uma mesma unidade sonora pode ser representada por grafias diferentes, como percebemos em palavras como casa, mesa, aviso, despesa e marquise.

A grafia correta é marquise, com s. A palavra é um substantivo feminino empregado, no português brasileiro, principalmente para designar uma cobertura que se projeta da fachada de uma construção e oferece proteção contra o sol ou a chuva. A dúvida entre marquise e marquize ocorre porque o s localizado entre vogais normalmente representa o som /z/. Assim, a pronúncia pode sugerir a letra z, embora a ortografia consagrada conserve o s. Entender essa diferença entre grafema e fonema é muito mais útil do que simplesmente decorar uma palavra isolada.

Qual é a grafia correta?

Na pergunta apresentada na imagem, temos quatro possibilidades:

  • A) Marquize
  • B) Marquise
  • C) Marquisse
  • D) Marquisi

A resposta correta é B) Marquise.

A palavra deve ser escrita:

MARQUISE.

Portanto:

marquise ✓
marquize ✗
marquisse ✗
marquisi ✗

Entretanto, apenas memorizar que “marquise é com s” resolve essa pergunta específica, mas não ajuda muito quando aparecem outras palavras com a mesma dificuldade.

O mais interessante é compreender por que a pronúncia pode nos induzir ao erro e identificar padrões que também aparecem em outras palavras da língua portuguesa.

O que significa marquise?

No português brasileiro, marquise é um substantivo feminino bastante associado à arquitetura.

O termo designa uma estrutura que se projeta da fachada de uma construção, normalmente sobre uma entrada, calçada ou área de circulação.

Uma de suas funções mais comuns é oferecer proteção contra:

  • chuva;
  • sol;
  • incidência direta de determinadas condições climáticas.

Podemos encontrar frases como:

  • Os pedestres esperaram a chuva passar sob a marquise.
  • O prédio possui uma grande marquise sobre a entrada.
  • A reforma incluiu a recuperação da marquise da fachada.
  • Ficamos protegidos do sol debaixo da marquise.

Por que tanta gente escreve “marquize”?

A forma marquize provavelmente surge por influência direta da pronúncia.

Quando falamos:

marquise

o s aparece entre duas vogais:

i + s + e

Nessa posição, o s normalmente representa um som sonoro equivalente ou muito próximo daquele que associamos à letra z.

O mesmo acontece em palavras extremamente comuns:

  • casa;
  • mesa;
  • aviso;
  • camisa;
  • brasa;
  • frase;
  • despesa.

Ninguém precisa escrever caza para que o s de casa seja pronunciado com som de /z/.

O mesmo raciocínio deve ser aplicado a:

marquise → escreve-se com s, embora esse s seja pronunciado de maneira sonora.

Esse mesmo padrão aparece em “despesa”

Um caso bastante semelhante já aparece em outro conteúdo aqui no Da Aula: Despesa, dispesa, despeza ou dispeza: qual é o correto?.

Compare as duas palavras:

despesa → E + S + A
marquise → I + S + E

Nas duas, temos um s simples localizado entre vogais.

E nas duas esse s é pronunciado com som semelhante ao de z.

Palavra Grafia Pronúncia do S
casa S som de /z/
mesa S som de /z/
despesa S som de /z/
marquise S som de /z/

Esse paralelo é especialmente útil para memorizar a grafia.

Se você já aprendeu que:

despesa não é despeza,

pode utilizar exatamente o mesmo princípio para lembrar que:

marquise não é marquize.

O que é um “s intervocálico”?

A expressão parece técnica, mas descreve uma situação bastante simples.

Intervocálico significa:

localizado entre vogais.

Observe:

casa
mesa
aviso
camisa
despesa
marquise

Em todos esses casos, existe um s simples cercado por vogais.

Na pronúncia mais comum dessas palavras, esse s possui valor sonoro /z/.

Temos, portanto, um padrão bastante útil:

VOGAL + S + VOGAL → o S frequentemente apresenta som de Z.

Letra e som não são a mesma coisa

Aqui chegamos a uma distinção importante da Linguística.

Uma letra — ou, em uma análise mais específica da escrita, um grafema — pertence ao sistema gráfico da língua.

Um fonema, por sua vez, pertence ao sistema sonoro.

As duas dimensões se relacionam, mas não existe necessariamente uma correspondência perfeita de:

um som = uma letra.

O som /z/, por exemplo, pode aparecer representado de maneiras diferentes:

Palavra Letra Som aproximado
casa S /z/
mesa S /z/
marquise S /z/
beleza Z /z/
exame X /z/

Portanto, uma mesma realização sonora pode aparecer representada por grafemas diferentes.

A escrita não é uma reprodução exata da fala

Esse é um princípio importante não apenas para entender marquise, mas para estudar ortografia de maneira geral.

A língua falada apresenta diferenças regionais, sociais e individuais de pronúncia. A ortografia, por outro lado, procura estabelecer uma forma escrita relativamente estável e compartilhada.

Por isso, tentar descobrir a escrita de todas as palavras apenas “pelo ouvido” pode levar a erros.

Essa mesma relação entre som e representação gráfica aparece em outras dificuldades ortográficas. No artigo Lixa ou Licha: qual é o correto?, por exemplo, a dúvida envolve outra possibilidade de representação gráfica de sons, dessa vez relacionada ao uso de x e ch.

Os problemas são diferentes, mas o princípio geral é semelhante:

ouvir uma palavra nem sempre é suficiente para saber como ela deve ser escrita.

Então todo som de Z entre vogais deve ser escrito com S?

Não.

Esse seria o erro oposto.

Existem inúmeras palavras corretamente escritas com z:

  • beleza;
  • natureza;
  • azar;
  • vazio;
  • cozinha;
  • rapaziada.

Portanto:

S entre vogais pode ter som de Z.

Mas não podemos transformar essa regularidade em:

todo som de Z é escrito com S.

A ortografia portuguesa possui regularidades importantes, mas a escolha entre s e z também pode depender da origem da palavra, de sua formação morfológica, de sufixos e da tradição ortográfica. Por isso, não existe uma única regra baseada apenas na pronúncia que resolva todos os casos.

Por que “marquise” ficou com S?

A história da palavra ajuda a compreender sua grafia.

Os dicionários registram que marquise chegou ao português a partir do francês:

francês: marquise → português: marquise.

A forma portuguesa conservou a grafia com s.

Esse exemplo mostra que a ortografia não depende apenas da pronúncia atual de uma palavra.

Ela também preserva informações relacionadas a:

  • origem etimológica;
  • história do vocábulo;
  • tradição escrita;
  • processos de formação das palavras;
  • padronização ortográfica.

Precisamos saber a origem de todas as palavras?

Não.

A etimologia ajuda a explicar determinadas grafias, mas ninguém precisa investigar a origem francesa de marquise toda vez que for escrever a palavra.

Na prática, desenvolvemos o conhecimento ortográfico por meio de:

  • leitura frequente;
  • contato visual com as palavras;
  • reconhecimento de padrões;
  • famílias de palavras;
  • consulta a dicionários e vocabulários ortográficos.

Quando uma dúvida permanece, a consulta a uma fonte lexicográfica é muito mais segura do que tentar reconstruir a palavra exclusivamente a partir de sua pronúncia.

Por que “marquisse” também está errada?

A alternativa marquisse permite compreender outro padrão bastante útil da ortografia portuguesa.

Enquanto o s simples entre vogais costuma adquirir valor sonoro /z/, o grupo ss localizado entre vogais representa o som surdo /s/.

Compare:

Palavra Grafia central Som
casa S /z/
massa SS /s/
caso S /z/
passo SS /s/
marquise S /z/

Assim, escrever marquisse não significaria apenas acrescentar uma letra que não existe na forma correta. A sequência ss também indicaria outro comportamento fonológico.

Esse contraste entre S e SS aparece em outras palavras

O assunto também se relaciona ao conteúdo Bissexto ou Bisexto: qual é o correto?.

Nesse caso, o ss é necessário para preservar o som surdo de /s/ entre vogais.

Podemos resumir o contraste:

S ENTRE VOGAIS → frequentemente apresenta som de Z
SS ENTRE VOGAIS → apresenta som de S

Veja lado a lado:

Exemplo Estrutura Valor sonoro
casa V + S + V /z/
despesa V + S + V /z/
marquise V + S + V /z/
massa V + SS + V /s/
bissexto V + SS + V /s/

Perceber esse contraste é muito mais produtivo do que memorizar separadamente dezenas de palavras.

E por que “marquisi” está errada?

A palavra registrada termina em:

-se

e não em:

-si.

Temos:

mar-qui-se.

Essa alternativa também lembra um fenômeno importante: a pronúncia das vogais átonas pode variar entre regiões e variedades da língua.

A fala apresenta mudanças naturais relacionadas a:

  • região;
  • velocidade de fala;
  • contexto comunicativo;
  • variedade linguística;
  • características individuais dos falantes.

A grafia convencional, entretanto, permanece:

marquise.

“Marquise” e “marquesa” são a mesma palavra?

Não.

A semelhança gráfica pode criar outra confusão.

Marquesa pode designar, entre outros sentidos, a mulher que possui o título correspondente a marquês.

marquise, no emprego arquitetônico que estamos analisando, nomeia uma estrutura projetada da fachada de um edifício.

Palavra Uso
marquês título de nobreza
marquesa forma feminina relacionada ao título
marquise estrutura arquitetônica

O significado de “marquise” é igual em todos os países lusófonos?

Não necessariamente.

No português brasileiro, é muito comum o emprego de marquise para a cobertura que avança sobre uma fachada.

Em outras variedades do português, especialmente em Portugal, o termo também pode aparecer associado a espaços envidraçados ou estruturas anexas a edifícios.

Isso é um exemplo de variação lexical e semântica.

Uma mesma palavra pode apresentar sentidos parcialmente diferentes em diferentes comunidades de falantes sem que isso represente um erro linguístico.

Qual é o plural de marquise?

O plural é:

marquises.

Exemplos:

  • O município realizou uma vistoria nas marquises dos prédios.
  • As marquises antigas precisam de manutenção.
  • Algumas marquises avançam sobre as calçadas.

Observe:

marquise → marquises.

O primeiro s já faz parte da palavra; o segundo é acrescentado como marca de plural.

Quantas maneiras diferentes existem de representar sons semelhantes?

A ortografia portuguesa apresenta vários casos em que um som semelhante pode ser representado por grafias diferentes.

Som aproximado Grafia Exemplos
/z/ S casa, mesa, despesa, marquise
/z/ Z beleza, vazio, natureza
/z/ X exato, exame
/s/ S sapo, sala
/s/ SS massa, passo
/s/ C cidade, cedo
/s/ Ç caça, açúcar

É justamente essa variedade de possibilidades que faz com que o estudo da ortografia não possa ser reduzido a “escrever exatamente como ouvimos”.

Por que não escrevemos simplesmente como falamos?

Porque não existe uma única pronúncia do português.

Milhões de pessoas utilizam a língua em regiões diferentes do Brasil e em outros países. As pronúncias variam, mas uma ortografia relativamente padronizada permite que essas pessoas compartilhem a mesma forma escrita.

Se cada falante registrasse uma palavra exatamente de acordo com sua própria pronúncia, poderíamos obter diversas grafias para o mesmo vocábulo.

A escrita funciona, portanto, como um sistema que possui relação com a fala, mas também apresenta convenções próprias.

Como esse assunto pode aparecer em vestibulares?

Exemplo 1 — grafia direta

Assinale a alternativa em que a palavra está grafada corretamente:

  • A) marquize
  • B) marquise
  • C) marquisse
  • D) marquisi

Resposta: B) marquise.

Exemplo 2 — S intervocálico

Em qual alternativa a letra s situada entre vogais possui som semelhante ao de z?

  • A) pasta
  • B) salto
  • C) casa
  • D) escola

Resposta: C) casa.

O mesmo fenômeno ocorre em despesa e marquise.

Exemplo 3 — S e SS

A diferença entre casa e massa demonstra que:

  • A) s e ss possuem sempre o mesmo valor sonoro;
  • B) s simples entre vogais pode representar /z/, enquanto ss representa /s/;
  • C) toda palavra com som de /z/ deve ser escrita com z;
  • D) ss pode aparecer normalmente no início das palavras portuguesas.

Resposta: B.

Exemplo 4 — grafema e fonema

As palavras casa, beleza e exame demonstram que:

  • A) cada som possui apenas uma representação possível;
  • B) somente a letra z representa /z/;
  • C) grafemas diferentes podem representar sons semelhantes;
  • D) a escrita reproduz exatamente todas as variedades de fala.

Resposta: C.

Exemplo 5 — análise do erro

Um estudante escreve marquize e justifica: “Usei Z porque ouvi som de Z”.

Qual explicação corrige adequadamente esse raciocínio?

  • A) A palavra não possui nenhum som sonoro.
  • B) A letra s entre vogais também pode representar o som /z/.
  • C) Nunca se utiliza z entre vogais.
  • D) Marquise deve ser escrita com ss.

Resposta: B.

Exemplo 6 — comparação entre palavras

As palavras despesa e marquise apresentam em comum:

  • A) utilização obrigatória de SS;
  • B) utilização de Z para representar /z/;
  • C) S intervocálico com pronúncia sonora;
  • D) formação com o mesmo sufixo.

Resposta: C.

Como achar padrões e não se confundir mais?

O primeiro passo é abandonar uma pergunta que costuma produzir erros:

“Qual letra estou ouvindo?”

Nós não ouvimos letras.

Ouvimos sons.

As letras são utilizadas posteriormente para representá-los na escrita.

Uma pergunta mais adequada é:

“Quais grafias podem representar esse som e existe algum padrão nesta palavra?”

Padrão 1 — S simples entre vogais costuma soar como Z

Memorize este conjunto:

CASA
MESA
AVISO
DESPESA
MARQUISE

O padrão é:

VOGAL + S + VOGAL → frequentemente temos som de /z/.

Portanto, não troque automaticamente o s por z apenas porque a pronúncia é sonora.

Padrão 2 — compare marquise com despesa

Esta provavelmente é a associação mais útil:

DESPESA → escreve-se com S, embora ouvimos som de Z.
MARQUISE → escreve-se com S, embora ouvimos som de Z.

Se tiver dificuldade com o primeiro caso, consulte também:

Despesa, dispesa, despeza ou dispeza: qual é o correto?

Os dois conteúdos tratam de manifestações muito próximas do mesmo padrão ortográfico.

Padrão 3 — SS entre vogais representa outro som

Agora guarde:

MASSA
PASSO
PRESSA
BISSEXTO

Nesses casos:

VOGAL + SS + VOGAL → som de /s/.

Assim:

MARQUISE → S → som sonoro
MARQUISSE → SS → sugeriria som surdo

Para aprofundar esse contraste, veja:

Bissexto ou Bisexto: qual é o correto?

Padrão 4 — não transforme a regra em algo absoluto

Você aprendeu que s entre vogais pode soar como z.

Isso não significa que toda palavra com esse som seja escrita com s.

Compare:

casa → S
despesa → S
marquise → S
beleza → Z
natureza → Z
vazio → Z

Por isso:

O SOM É UMA PISTA, NÃO UMA RESPOSTA ORTOGRÁFICA AUTOMÁTICA.

Padrão 5 — procure palavras da mesma família

Em muitas dúvidas, a família lexical ajuda.

Por exemplo:

aviso → avisar → avisado

ou:

análise → analisar → analisado

A manutenção de determinadas letras em palavras relacionadas pode funcionar como pista para a grafia.

No caso de marquise, essa estratégia é menos produtiva no vocabulário cotidiano. Por isso, a memória visual da palavra e a consulta ao dicionário tornam-se especialmente úteis.

Padrão 6 — associe marquise a sol e sombra

Um macete simples pode ajudar:

MARQUISE → SOL → SOMBRA.

A marquise pode proteger do sol e produzir sombra.

As três palavras podem ser mentalmente associadas ao S.

Esse é apenas um recurso de memorização, não uma regra gramatical ou etimológica. Macetes são úteis justamente quando sabemos distingui-los das regras verdadeiras da língua.

Padrão 7 — lembre-se de que ortografia e pronúncia são sistemas relacionados, mas diferentes

Se ainda houver dúvida, pense:

SOM ≠ LETRA

Uma letra pode representar sons diferentes, e um mesmo som pode ser representado por letras diferentes.

Esse princípio aparece em muitas dúvidas ortográficas. Outro exemplo pode ser estudado em:

Lixa ou Licha: qual é o correto?

Quanto mais você reconhece esses padrões, menos precisa decorar palavras como unidades isoladas.

Um esquema rápido para memorizar

Quando encontrar novamente essa dúvida, siga a sequência:

1. O objeto é uma cobertura arquitetônica.
2. A palavra correta é MARQUISE.
3. MARQUISE é escrita com S.
4. O S está entre duas vogais.
5. S intervocálico frequentemente apresenta som de Z.
6. Por isso, ouvir som de Z não significa escrever MARQUIZE.
7. MARQUISSE também está errada porque SS representaria outro padrão sonoro.

E guarde as três associações:

MARQUISE → S
DESPESA → S
CASA → S

As três palavras demonstram a mesma ideia central:

um S escrito pode ser pronunciado com som de Z.

Referências

  1. ESCREVER CERTO. Marquise ou marquize. Material de consulta sobre a grafia da palavra, seu significado e sua origem francesa. Registra marquise como a forma correta. Disponível em: Escrever Certo — Marquise ou marquize .
  2. MICHAELIS — DICIONÁRIO BRASILEIRO DA LÍNGUA PORTUGUESA. Marquise. Verbete que registra marquise como substantivo feminino e apresenta seus usos e origem. Disponível em: Michaelis — Marquise .
  3. PRIBERAM. Marquise. Verbete lexicográfico com definições e informações gramaticais sobre a palavra. Disponível em: Dicionário Priberam — Marquise .
  4. INFOPÉDIA — PORTO EDITORA. Marquise. Verbete que apresenta informações semânticas, classe gramatical e origem da palavra. Disponível em: Infopédia — Marquise .
  5. CIBERDÚVIDAS DA LÍNGUA PORTUGUESA — ISCTE. Marquise. Resposta dedicada à palavra marquise, com explicações relacionadas à sua grafia, origem e sentidos. Disponível em: Ciberdúvidas — Marquise .
  6. CIBERDÚVIDAS DA LÍNGUA PORTUGUESA — ISCTE. Utilização de s ou z. Material sobre o emprego de s e z e as limitações de regras exclusivamente fonéticas para determinar a grafia. Disponível em: Ciberdúvidas — Utilização de s ou z .
  7. CIBERDÚVIDAS DA LÍNGUA PORTUGUESA — ISCTE. O uso de s ou de ss. Explicação sobre a oposição entre s simples e ss no interior das palavras. Disponível em: Ciberdúvidas — O uso de s ou de ss .
  8. ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa — VOLP. Recurso de consulta à grafia oficial dos vocábulos da língua portuguesa. Disponível em: Academia Brasileira de Letras — VOLP .

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *