A forma correta é seta, escrita com s. A grafia ceta não corresponde à forma padrão da palavra. A dúvida é compreensível porque, antes das vogais e e i, a letra c também pode representar o som de /s/, como ocorre em cedo e cidade. Portanto, apenas ouvir a palavra não permite decidir com segurança entre S e C. Além de significar uma flecha, a palavra seta também pode designar um sinal gráfico que indica direção, o ponteiro de um relógio e, no português brasileiro, o indicador de mudança de direção de um veículo.
Leia maisCategoria: Língua Portuguesa
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Onesto, honesto, honésto ou onésto: Qual é o Correto?
A forma correta é honesto, escrita com h inicial e sem acento gráfico. As formas onesto, honésto e onésto não correspondem à ortografia padrão. A dúvida é compreensível porque o h de “honesto” não é pronunciado; sua presença na escrita está relacionada à história da palavra, que remonta ao latim honestus. Além disso, a sílaba tônica está em nes: ho-nes-to. Como se trata de uma palavra paroxítona terminada em -o, não há necessidade de acento gráfico. Entender esses dois mecanismos — H etimológico e regra de acentuação — permite resolver todas as alternativas da questão sem depender apenas da memória.
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Despesa, dispesa, despeza ou dispeza: Qual é o correto?
A forma correta é despesa, escrita com e na primeira sílaba e s entre as vogais. As grafias dispesa, despeza e dispeza não correspondem à ortografia padrão da palavra. A dúvida com o uso de s ou z é especialmente compreensível porque, em despesa, o S localizado entre vogais é pronunciado com som semelhante ao de Z. Isso também acontece em palavras como casa, mesa, aviso e peso. Para escrever com segurança, porém, não basta confiar na pronúncia: é importante reconhecer a grafia lexical, a história da palavra e padrões ortográficos recorrentes.
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Explicar ou Esplicar: Qual a Forma Correta?
A forma correta é explicar, escrita com x. A grafia esplicar não corresponde à ortografia padrão da língua portuguesa, embora a pronúncia possa levar algumas pessoas a essa dúvida. O verbo explicar vem do latim explicare e significa, entre outras possibilidades, tornar algo compreensível, esclarecer, expor ou apresentar as razões de alguma coisa. Para não depender apenas da memória, é útil observar sua família de palavras — explicação, explicativo, explicador —, compreender que a letra x possui diferentes valores sonoros em português e reconhecer alterações ortográficas da conjugação, como explicar → expliquei.
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Burrice, burrisse ou burriçe: Qual é a Forma Correta?
A forma correta é burrice, escrita com rr e terminada em -ice. As grafias burrisse, burriçe e buriçe não correspondem à forma padrão da palavra. Mais do que decorar a resposta, porém, é possível compreender por que a palavra tem essa grafia. Burrice é formada historicamente a partir de burro + -ice; o sufixo -ice aparece em diversos substantivos que exprimem qualidade, comportamento ou atitude. Além disso, regras bastante regulares ajudam a eliminar as outras alternativas: ç não é usado antes de e ou i, e o rr é necessário entre vogais para representar a pronúncia forte encontrada nessa palavra.
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Qual é o Coletivo de Pessoas?
Em exercícios escolares de Língua Portuguesa, o substantivo coletivo tradicionalmente associado a um grande conjunto de pessoas é multidão. A palavra está no singular, mas pode representar muitos indivíduos ao mesmo tempo, característica típica dos substantivos coletivos. Entretanto, alternativas como aglomerado, ajuntamento e concentração tornam a questão mais interessante porque todas podem transmitir, em determinados contextos, alguma ideia de reunião. Para acertar questões desse tipo, portanto, é importante compreender a diferença entre plural, coletivo, significado e contexto, em vez de apenas decorar uma lista de palavras.
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Exigimos ou Exijimos: Qual a Forma Correta?
A forma correta é “exigimos”, com a letra g. A grafia “exijimos” não faz parte da conjugação padrão do verbo exigir. A dúvida é compreensível, porém, porque escrevemos “eu exijo”, “que ele exija” e “que nós exijamos”. A alternância entre g e j não é aleatória: ela está relacionada à letra que vem depois e à preservação do som do radical. Entender esse mecanismo permite resolver não apenas esta dúvida, mas também casos semelhantes como dirijo/dirigimos, corrijo/corrigimos e ajo/agimos.
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É Proibido ou É Proibida? Entenda a Concordância Correta
Quando devemos escrever “é proibido” e quando devemos usar “é proibida”? A diferença depende principalmente da maneira como o substantivo aparece na frase. Em construções como “É proibida a entrada”, o substantivo feminino entrada está acompanhado pelo artigo definido a, fazendo com que o adjetivo proibida concorde com ele. Já em construções genéricas, sem artigo ou outro determinante, a tradição gramatical registra formas como “É proibido entrada”. A partir dessa diferença aparentemente pequena, podemos compreender um dos casos mais conhecidos de concordância nominal da língua portuguesa.
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Havia ou Haviam? Entenda Qual é a Forma Correta
O estudo dos verbos pode parecer complexo, principalmente quando começamos a entender como funcionam suas diferentes formas e conjugações. Muitas vezes ouvimos que a língua portuguesa é difícil justamente por causa dessas particularidades. Para mim, porém, é aí que está parte de sua beleza: nas regras, nas exceções e nas diferentes possibilidades que a língua oferece. Neste artigo, vou procurar explicar este tema da maneira mais simples e objetiva possível, para que você consiga compreender a regra e aplicá-la com mais segurança.
“Havia muitas pessoas na fila”. Nesse caso, o verbo haver apresenta o sentido de existir e funciona de maneira impessoal, razão pela qual permanece na terceira pessoa do singular. A presença de muitas pessoas depois do verbo costuma provocar uma falsa impressão de concordância e levar à forma haviam. A questão, porém, permite estudar algo ainda mais interessante: além da concordância verbal, aparecem problemas de concordância nominal, diferenças entre haver e existir e situações em que a forma haviam é perfeitamente correta. Leia mais -

Beneficente ou Beneficiente? Qual é a Forma Correta?
Esta dúvida é muito comum, principalmente porque a palavra se parece com outras do mesmo radical. Mas não se preocupe: neste artigo, vamos mostrar qual é a forma correta e como não se confundir mais.
A forma correta é beneficente. A palavra é escrita sem um segundo i depois da letra c e pode ser usada para caracterizar pessoas, instituições, ações ou eventos relacionados à prática da beneficência. A dúvida é compreensível porque palavras próximas, como benefício, beneficiar, beneficiado e beneficiário, apresentam a sequência benefici-. Entretanto, a ortografia de uma palavra não pode ser determinada apenas pela semelhança com outras. Neste artigo, entenderemos por que beneficente é a grafia consagrada, como diferenciá-la de formas parecidas e quais estratégias podem ajudar a resolver questões de ortografia em provas e vestibulares. Leia mais

