Que Eu Esteja ou Que Eu Estivesse? Entenda a Diferença

Esta é uma questão bastante comum em vestibulares. Inclusive, quando se trata de verbos, nem sempre temos certeza de que estamos corretos. Eu parto sempre do princípio de que posso estar errado, mas hoje vamos entender melhor como não errar e, pelo menos, ter menos dúvidas durante as provas.

No trecho “pena eu estar só de passagem”, o verbo estar aparece no infinitivo e integra uma construção reduzida. Ao desenvolver essa estrutura com a conjunção que, obtemos “é pena que eu esteja só de passagem”. A questão permite estudar, ao mesmo tempo, formas nominais do verbo, infinitivo pessoal, orações reduzidas e desenvolvidas, modo subjuntivo, correlação temporal e os efeitos expressivos que a sintaxe pode produzir em um texto poético.

“Pena eu estar” equivale a “que eu…” o quê?

A questão apresenta os versos:

Questão de Língua Portuguesa

“esta vida é uma viagem
pena eu estar
só de passagem”

O segmento “pena eu estar” equivale a: que eu…

  1. estivera;
  2. esteja;
  3. estaria;
  4. estivesse;
  5. estava.

A alternativa correta é:

B) esteja.

A equivalência pode ser visualizada desta maneira:

PENA EU ESTAR SÓ DE PASSAGEM

É PENA EU ESTAR SÓ DE PASSAGEM

É PENA QUE EU ESTEJA SÓ DE PASSAGEM
A forma reduzida com infinitivo transforma-se em uma construção desenvolvida com “que” + subjuntivo.

Por que “estar” se transforma em “esteja”?

O segredo da questão está em perceber que não se procura simplesmente um sinônimo para estar. A banca está pedindo uma transformação sintática.

Na construção original, temos:

É pena eu estar só de passagem.

Quando acrescentamos a conjunção integrante que, o verbo deixa a forma nominal do infinitivo e passa a aparecer em uma forma verbal finita:

É pena que eu esteja só de passagem.

O verbo estar passa, portanto, para a primeira pessoa do singular do presente do subjuntivo:

ESTAR

QUE EU ESTEJA

O que é uma oração reduzida?

Na gramática tradicional, uma oração subordinada reduzida apresenta o verbo em uma das chamadas formas nominais:

01

Infinitivo

É importante estudar.

02

Gerúndio

Estudando bastante, aprenderá.

03

Particípio

Terminada a prova, os alunos saíram.

Desenvolvida

Apresenta normalmente conectivo e verbo em forma finita.

No verso analisado, o verbo está no infinitivo:

EU ESTAR

ORAÇÃO REDUZIDA DE INFINITIVO

Oração reduzida e oração desenvolvida

Uma estratégia muito útil para resolver esse tipo de exercício consiste em tentar transformar a oração reduzida em desenvolvida.

Forma reduzida Forma desenvolvida
É necessário você estudar. É necessário que você estude.
É importante eles chegarem cedo. É importante que eles cheguem cedo.
Lamento você estar doente. Lamento que você esteja doente.
É pena eu estar de passagem. É pena que eu esteja de passagem.

O padrão é importante: construções de apreciação ou avaliação podem admitir infinitivo na estrutura reduzida e subjuntivo na desenvolvida.

“Eu estar” está no infinitivo pessoal?

Sim. Há um sujeito claramente associado ao infinitivo: eu.

O português apresenta uma característica particularmente interessante: o infinitivo pessoal, isto é, um infinitivo que pode apresentar sujeito próprio e, em determinadas pessoas, receber marcas de flexão.

Pessoa Infinitivo pessoal de “estar”
eu estar
tu estares
ele/ela estar
nós estarmos
vós estardes
eles/elas estarem

Na primeira pessoa do singular, a forma estar é idêntica ao infinitivo impessoal. É a presença do sujeito eu e a estrutura da oração que deixam clara a referência pessoal.

O que é o modo subjuntivo?

Tradicionalmente, o modo subjuntivo é associado a conteúdos como:

  • possibilidade;
  • hipótese;
  • desejo;
  • necessidade;
  • dúvida;
  • avaliação;
  • sentimento;
  • expectativa.

Entretanto, essa lista não deve ser transformada em uma regra mecânica.

É comum encontrar a explicação simplificada de que “indicativo expressa certeza” e “subjuntivo expressa dúvida”. Essa oposição ajuda nos primeiros estudos, mas não explica todo o funcionamento real do português.

Veja:

É pena que ele esteja doente.

O falante pode ter absoluta certeza de que a pessoa está doente. Mesmo assim, utiliza-se o subjuntivo.

Isso ocorre porque a oração aparece subordinada a uma expressão de avaliação e sentimento: é pena que…

Por que “é pena que” favorece o subjuntivo?

A expressão é pena apresenta uma avaliação do falante diante de determinado fato.

Compare:

Fato
Eu estou só de passagem.
Avaliação
O falante considera esse fato lamentável.
Construção
É pena que eu esteja só de passagem.

Portanto, o subjuntivo não aparece porque o eu lírico esteja em dúvida sobre sua condição.

Pelo contrário: sua passagem é apresentada como realidade. O que motiva a construção é a atitude avaliativa expressa por “pena”.

Subjuntivo não significa automaticamente dúvida. Expressões de sentimento e apreciação também podem selecionar esse modo verbal.

Veja outros exemplos do mesmo padrão

Infinitivo Subjuntivo
Lamento você estar triste. Lamento que você esteja triste.
É bom você estar aqui. É bom que você esteja aqui.
É importante ele estudar. É importante que ele estude.
É necessário eles participarem. É necessário que eles participem.
É pena nós partirmos. É pena que nós partamos.

Qual é a análise sintática de “é pena eu estar…”?

Para compreender completamente a questão, vale reconstruir a expressão que o poema apresenta de maneira condensada:

É PENA [EU ESTAR SÓ DE PASSAGEM]

Na análise tradicional, a oração:

“eu estar só de passagem”

pode ser analisada como uma oração subordinada substantiva subjetiva reduzida de infinitivo.

Quando a desenvolvemos:

É pena que eu esteja só de passagem.

temos uma oração subordinada substantiva subjetiva desenvolvida.

EU ESTAR SÓ DE PASSAGEM

SUBJETIVA REDUZIDA DE INFINITIVO

QUE EU ESTEJA SÓ DE PASSAGEM

SUBJETIVA DESENVOLVIDA

Como saber que a oração exerce função de sujeito?

Podemos alterar a ordem dos elementos:

Eu estar só de passagem é pena.

Ou, na forma desenvolvida:

Que eu esteja só de passagem é pena.

A inversão soa menos natural no uso cotidiano, mas ajuda a enxergar a estrutura sintática.

Nesse tipo de análise, não é apenas uma palavra que funciona como sujeito. Uma oração inteira pode desempenhar uma função sintática. Daí a classificação “oração subordinada substantiva subjetiva”.

O que aconteceu com o verbo “é” no poema?

O texto poético apresenta:

pena eu estar

Em uma formulação mais explicitamente desenvolvida, podemos reconstruir:

é pena eu estar…

Há, portanto, uma construção condensada que o leitor consegue recuperar pelo contexto.

Essa economia combina particularmente bem com a linguagem poética, porque mantém o enunciado curto e preserva o ritmo dos versos.

Isso não significa que devemos sair acrescentando é a qualquer frase. A reconstrução funciona aqui porque a estrutura e o sentido de “pena eu estar…” permitem recuperar naturalmente “é pena eu estar…”.

O efeito do infinitivo no poema

A escolha do infinitivo também contribui para a concisão.

Compare:

Forma do poema

pena eu estar
só de passagem

Mais curta e condensada.

Forma desenvolvida

é pena que eu esteja
só de passagem

Sintaticamente mais explícita.

A transformação preserva o conteúdo gramatical fundamental, embora as duas construções não precisem produzir exatamente o mesmo ritmo ou efeito estilístico.

Qual é o sentido dos versos?

Além da gramática, há um jogo semântico bastante econômico.

A vida é apresentada metaforicamente como uma viagem, enquanto a expressão “de passagem” reforça a ideia de transitoriedade da existência.

O termo pena introduz a atitude do eu lírico diante dessa condição: há um lamento por sua permanência ser temporária.

É justamente essa dimensão avaliativa de pena que também interessa à gramática: semântica e sintaxe trabalham juntas. A expressão de lamento influencia a seleção do modo verbal quando a construção é desenvolvida.

Por que as outras alternativas estão erradas?

A) estivera.

Estivera pertence ao pretérito mais-que-perfeito do indicativo.

Exemplo: Ele estivera naquele lugar antes da nossa chegada.

Não corresponde ao presente do subjuntivo exigido pela transformação proposta.

B) esteja.

Correta. Esteja é a primeira pessoa do singular do presente do subjuntivo:

É pena que eu esteja só de passagem.

C) estaria.

Estaria pertence ao futuro do pretérito do indicativo.

Costuma aparecer em construções condicionais ou relacionadas a uma situação concebida a partir de outro ponto temporal: Eu estaria lá se pudesse.

D) estivesse.

Estivesse pertence ao pretérito imperfeito do subjuntivo.

É um forte distrator porque também pertence ao subjuntivo. Entretanto, introduz uma relação temporal diferente: Era pena que eu estivesse sozinho.

E) estava.

Estava pertence ao pretérito imperfeito do indicativo.

Não mantém a estrutura exigida por é pena que… na transformação proposta.

Esteja, estivesse, estava e estaria: como diferenciar?

Forma Tempo e modo Exemplo
esteja Presente do subjuntivo É pena que ele esteja sozinho.
estivesse Pretérito imperfeito do subjuntivo Era pena que ele estivesse sozinho.
estava Pretérito imperfeito do indicativo Ele estava sozinho.
estaria Futuro do pretérito do indicativo Ele estaria sozinho se fosse.
estivera Pretérito mais-que-perfeito do indicativo Ele estivera ali anteriormente.

Por que “estivesse” parece tão convincente?

Porque esteja e estivesse pertencem ao mesmo modo verbal: o subjuntivo.

A diferença está principalmente na relação temporal.

É PENA QUE EU ESTEJA…
→ PRESENTE

ERA / FOI PENA QUE EU ESTIVESSE…
→ QUADRO PASSADO

Na questão, o enunciado poético está construído no presente:

esta vida é uma viagem

e o estado expresso por estar só de passagem é apresentado como simultâneo à avaliação.

Por isso:

é pena que eu esteja…

O subjuntivo tem três tempos simples principais

Tempo Verbo estar Exemplo
Presente do subjuntivo esteja Espero que ele esteja bem.
Pretérito imperfeito do subjuntivo estivesse Esperava que ele estivesse bem.
Futuro do subjuntivo estiver Quando ele estiver bem, viajará.

Não confunda estiver com estivera. A primeira forma pertence ao futuro do subjuntivo; a segunda, ao mais-que-perfeito do indicativo.

Como identificar o presente do subjuntivo?

Para muitos verbos, uma estratégia escolar útil consiste em partir da primeira pessoa do presente do indicativo.

EU ESTOU

QUE EU ESTEJA
QUE TU ESTEJAS
QUE ELE ESTEJA
QUE NÓS ESTEJAMOS
QUE VÓS ESTEJAIS
QUE ELES ESTEJAM

Observe também alguns verbos frequentes:

Infinitivo Presente do subjuntivo
estar que eu esteja
ser que eu seja
ter que eu tenha
ir que eu
fazer que eu faça
poder que eu possa
saber que eu saiba

Como esse conteúdo pode aparecer em vestibulares e concursos?

O mesmo princípio pode ser cobrado de várias maneiras: transformação de orações, correlação verbal, identificação de modo e tempo, análise sintática e equivalência de estruturas.

1. Transformação de infinitivo em oração desenvolvida

Modelo de questão

A construção “É importante os alunos estudarem” equivale a:

  1. É importante que os alunos estudam.
  2. É importante que os alunos estudaram.
  3. É importante que os alunos estudem.
  4. É importante que os alunos estudariam.

Resposta: C.

2. Expressão de avaliação

Modelo de questão

Complete: É lamentável que ele ____ tão cedo.

  1. parte;
  2. parta;
  3. partiria;
  4. partiu.

Resposta: B) parta.

3. Tempo do subjuntivo

Modelo de questão

Em “Espero que ele esteja bem”, a forma esteja pertence:

  1. ao presente do indicativo;
  2. ao pretérito imperfeito do subjuntivo;
  3. ao presente do subjuntivo;
  4. ao futuro do subjuntivo.

Resposta: C.

4. Oração reduzida

Modelo de questão

Em “É necessário todos colaborarem”, o segmento destacado apresenta:

  1. oração reduzida de infinitivo;
  2. oração reduzida de gerúndio;
  3. oração coordenada;
  4. oração reduzida de particípio.

Resposta: A.

5. Correlação temporal

Modelo de questão

Complete: Era pena que ele ____ sozinho naquela época.

  1. esteja;
  2. estivesse;
  3. estará;
  4. estiver.

Resposta: B) estivesse.

Como encontrar padrões e não se confundir?

Para esse tipo de questão, é melhor seguir um pequeno processo de análise do que tentar escolher a alternativa apenas pelo que “soa melhor”.

  1. Localize o verbo no infinitivo.
    Na questão: estar.
  2. Identifique se existe um sujeito próprio.
    Temos eu estar. Portanto, o infinitivo está ligado explicitamente ao sujeito eu.
  3. Reconstrua a expressão principal.
    Pena eu estar… permite recuperar é pena eu estar….
  4. Acrescente “que” para desenvolver a oração.
    É pena que eu…
  5. Observe o valor da expressão principal.
    É pena expressa avaliação ou sentimento.
  6. Procure o subjuntivo.
    Entre as alternativas, esteja e estivesse pertencem ao subjuntivo.
  7. Confira o tempo.
    O enunciado está no presente: esta vida é…. Portanto, esteja.
  8. Só então elimine as demais alternativas.
    Essa sequência evita decidir apenas pela intuição.

Um esquema rápido para memorizar

É PENA + INFINITIVO
“É pena eu estar…”

É PENA + QUE + SUBJUNTIVO
“É pena que eu esteja…”

O mesmo mecanismo ajuda em construções semelhantes:

Se aparecer… Pense em…
É pena eu estar… É pena que eu esteja…
É importante ele estudar… É importante que ele estude…
É necessário nós fazermos… É necessário que nós façamos…
Lamento você estar… Lamento que você esteja…
Era pena ele estar… Era pena que ele estivesse… em contexto passado.

Três pegadinhas para evitar

1. Achar que todo subjuntivo indica dúvida

É pena que Ana esteja doente.

A doença pode ser um fato conhecido. O subjuntivo decorre da construção avaliativa.

2. Escolher “estivesse” apenas porque também é subjuntivo

É pena que eu esteja… → quadro presente.

Era pena que eu estivesse… → quadro passado.

3. Confundir infinitivo pessoal com futuro do subjuntivo

É importante eles estarem atentos.
estarem → infinitivo pessoal.

Quando eles estiverem atentos, começaremos.
estiverem → futuro do subjuntivo.

Exercícios para revisão

  1. Qual alternativa completa “É pena que eu ___ sozinho”: esteja ou estivesse?
  2. Em que forma nominal está o verbo de “É pena eu estar sozinho”?
  3. Qual é o sujeito de estar nessa construção?
  4. Transforme: “É importante você estudar”.
  5. Transforme: “É necessário eles chegarem cedo”.
  6. Qual é o tempo e o modo de esteja?
  7. Qual é o tempo e o modo de estivesse?
  8. Qual é o tempo e o modo de estava?
  9. O subjuntivo é utilizado apenas quando existe dúvida?
  10. Qual é a diferença entre “É pena que ele esteja sozinho” e “Era pena que ele estivesse sozinho”?
Ver respostas comentadas

1. Esteja. A expressão está construída no presente.

2. Infinitivo.

3. Eu.

4. É importante que você estude.

5. É necessário que eles cheguem cedo.

6. Presente do subjuntivo.

7. Pretérito imperfeito do subjuntivo.

8. Pretérito imperfeito do indicativo.

9. Não. O subjuntivo também aparece em construções relacionadas a desejo, necessidade, avaliação e sentimento.

10. A primeira estrutura apresenta a situação em relação a um quadro presente; a segunda estabelece um quadro passado.

Perguntas frequentes

“Pena eu estar” está correto?

Sim. Trata-se de uma construção concisa perfeitamente interpretável no contexto. No verso, pode-se recuperar semanticamente a estrutura “é pena eu estar…”.

“Pena eu estar” equivale a “pena que eu esteja”?

Sim, no contexto da questão. Ao desenvolver a construção reduzida com que, utiliza-se que eu esteja.

Por que não é “que eu estava”?

Porque estava pertence ao indicativo e estabelece um quadro temporal passado. A transformação proposta exige o presente do subjuntivo: que eu esteja.

Por que não é “que eu estivesse”?

Estivesse é subjuntivo, mas está no pretérito imperfeito. Seria mais natural em uma correlação como “era pena que eu estivesse…”.

“Estar” é infinitivo pessoal ou impessoal?

Na construção “eu estar”, existe um sujeito explicitamente associado ao infinitivo. Por isso, a análise envolve o infinitivo pessoal. Na primeira pessoa do singular, sua forma coincide graficamente com o infinitivo não flexionado.

O subjuntivo indica sempre incerteza?

Não. Essa é apenas uma aproximação didática inicial. Construções de sentimento e avaliação, como “é pena que…” e “lamento que…”, podem empregar o subjuntivo mesmo diante de fatos considerados reais pelo falante.

Como reconhecer uma oração reduzida de infinitivo?

Procure uma oração subordinada cujo verbo esteja no infinitivo e que possa, em muitos casos, ser transformada em uma oração desenvolvida com verbo em forma finita: “É necessário estudar” → “É necessário que se estude”.

Referências

  1. BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Obra de referência para o estudo do sistema verbal, infinitivo, subordinação e modo subjuntivo.
  2. CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro: Lexikon. Referência para o estudo das formas nominais do verbo, infinitivo pessoal e modo subjuntivo.
  3. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Companhia Editora Nacional. Referência para orações subordinadas, orações reduzidas e classificação sintática.
  4. ROCHA LIMA, Carlos Henrique da. Gramática Normativa da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: José Olympio. Obra tradicional de referência para morfologia e sintaxe da língua portuguesa.
  5. CIBERDÚVIDAS DA LÍNGUA PORTUGUESA. O uso do conjuntivo. Consulta sobre o emprego do subjuntivo após construções de sentimento e apreciação, inclusive com “é pena que”.
  6. CIBERDÚVIDAS DA LÍNGUA PORTUGUESA. Modo verbal depois de “ter a impressão de que” e “que pena…!”. Material que apresenta a alternância entre construções com subjuntivo e infinitivo após expressões avaliativas.
  7. CIBERDÚVIDAS DA LÍNGUA PORTUGUESA. É pena. Referência para a análise sintática de estruturas como “É pena que não queiras vir”.
  8. BRASIL ESCOLA. Orações reduzidas: o que são, tipos e exemplos. Material de consulta sobre infinitivo, gerúndio, particípio e transformação entre orações reduzidas e desenvolvidas.
  9. LEMINSKI, Paulo. La vie en close. São Paulo: Brasiliense. Obra em que se encontram os versos utilizados na questão.
  10. FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS — FCC. Questão de Língua Portuguesa aplicada em concurso do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, em 2013, envolvendo a equivalência entre “pena eu estar” e “que eu esteja”.

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