Elizabeth I: quem foi, Era Elisabetana, Armada e Shakespeare

Quem visitar Londres neste mês de setembro de 2026 encontrará na King’s Gallery, junto ao Palácio de Buckingham, uma grande exposição dedicada à vida e ao vestuário de Elizabeth II. A mostra, organizada no ano do centenário de nascimento da antiga rainha, foi prorrogada até abril de 2027. Para quem estuda História, esse destaque contemporâneo da monarquia britânica também produz uma boa oportunidade para evitar uma confusão bastante comum: Elizabeth II, falecida em 2022, não é a Elizabeth ligada à derrota da Armada Espanhola, às viagens de Francis Drake e ao florescimento do teatro de Shakespeare. Para encontrar essa outra soberana precisamos voltar quase quatro séculos, ao reinado de Elizabeth I, entre 1558 e 1603, um período marcado por conflitos religiosos, expansão das atividades marítimas inglesas, rivalidade com a Espanha e extraordinária transformação cultural.

Se quiser conhecer a exposição atualmente realizada no Palácio de Buckingham, a programação oficial pode ser consultada na Royal Collection Trust .

Elizabeth I é uma daquelas personagens que aparecem tantas vezes em filmes, romances, pinturas e documentários que às vezes fica difícil separar a pessoa histórica da imagem construída posteriormente.

A rainha dos retratos luxuosos, das pérolas, das roupas elaboradas e dos discursos patrióticos realmente existiu. Mas também existiram guerras caras, perseguições religiosas, crises econômicas, pobreza e tentativas de colonização que terminaram em fracasso.

É justamente essa mistura que torna seu reinado tão interessante.

Elizabeth nasceu em uma família real que vivia uma crise dinástica

Elizabeth nasceu em 7 de setembro de 1533, no Palácio de Greenwich. Era filha do rei Henrique VIII e de Ana Bolena.

Seu nascimento aconteceu em meio a uma enorme transformação religiosa e política.

Henrique VIII havia rompido com a autoridade papal em grande parte porque desejava anular seu casamento com Catarina de Aragão e garantir uma nova união que pudesse produzir um herdeiro masculino legítimo.

Ana Bolena tornou-se rainha, mas o casamento terminou de maneira brutal.

Em 1536, quando Elizabeth tinha apenas dois anos, sua mãe foi acusada de traição e executada.

Elizabeth perdeu sua posição anteriormente privilegiada na sucessão e passou parte da infância em uma situação politicamente delicada.

Ainda assim, recebeu uma educação excepcional.

Estudou línguas, literatura clássica, retórica, história e teologia. Era capaz de utilizar latim, francês e italiano, além do inglês.

Essa formação humanista teria importância em sua maneira de governar e, especialmente, na construção de sua imagem pública.

Antes de chegar ao trono, Elizabeth ainda atravessaria os reinados de seus dois meio-irmãos: Eduardo VI e Maria I.

O primeiro governou dentro de uma orientação fortemente protestante. Maria, por outro lado, restabeleceu o catolicismo romano como religião oficial.

Durante o reinado de Maria I, Elizabeth chegou a ser presa na Torre de Londres por suspeita de envolvimento em conspirações contra a rainha.

Ou seja, antes de se tornar uma das soberanas mais famosas da história inglesa, ela também conheceu muito bem a insegurança política da corte Tudor.

Em 1558, uma jovem de 25 anos assumiu uma Inglaterra dividida

Maria I morreu em novembro de 1558 sem deixar filhos.

Elizabeth, então com 25 anos, tornou-se rainha.

Seu reinado duraria pouco mais de 44 anos, até 1603.

Uma de suas primeiras dificuldades era religiosa.

A Inglaterra havia passado, em poucas décadas, por mudanças sucessivas entre catolicismo e diferentes formas de protestantismo.

Henrique VIII rompera com Roma. Eduardo VI aprofundara reformas protestantes. Maria I restaurara a obediência ao papa.

Elizabeth precisava novamente reorganizar esse sistema.

Em 1559, o Parlamento aprovou medidas que formaram aquilo que costuma ser chamado de Acordo Religioso Elisabetano ou Elizabethan Religious Settlement.

O chamado Ato de Supremacia reafirmou a independência religiosa inglesa em relação ao papa e reconheceu Elizabeth como Governadora Suprema da Igreja da Inglaterra.

Outro dispositivo, o Ato de Uniformidade, procurou estabelecer uma forma comum de culto.

O Arquivo Nacional britânico preserva documentos relacionados às discussões parlamentares que produziram esse acordo. Eles podem ser consultados no material Elizabethan Settlement, do The National Archives .

Durante muito tempo, Elizabeth foi apresentada como uma soberana naturalmente tolerante que resolveu de forma simples os conflitos religiosos.

A realidade é bem menos confortável.

Seu governo buscou inicialmente evitar alguns dos extremos das décadas anteriores, mas a situação se tornou progressivamente mais repressiva, especialmente depois que o papa Pio V excomungou Elizabeth em 1570.

Conspirações envolvendo católicos ingleses, a Espanha e Maria Stuart aumentaram a percepção de ameaça.

O Acordo Religioso de Elizabeth trouxe estabilidade institucional, mas não criou liberdade religiosa no sentido moderno. Católicos e grupos protestantes considerados radicais continuaram submetidos a restrições e perseguições em diferentes momentos do reinado.

Maria Stuart transformou religião e sucessão em um problema de segurança

Outro nome aparece constantemente quando estudamos Elizabeth: Maria Stuart, rainha da Escócia.

Maria era prima de Elizabeth e possuía ligação dinástica com os Tudor.

Além disso, era católica.

Para parte dos católicos ingleses, Maria representava uma alternativa legítima ao governo protestante de Elizabeth.

Depois de ser obrigada a abdicar do trono escocês, Maria fugiu para a Inglaterra em 1568.

Ali permaneceu sob custódia durante quase duas décadas.

Enquanto isso, seu nome apareceu em diferentes conspirações destinadas a retirar Elizabeth do trono.

A situação chegou ao ponto decisivo em 1586, quando agentes do governo interceptaram correspondências relacionadas à chamada Conspiração de Babington.

As cartas foram utilizadas como evidência de que Maria aceitava um plano que previa o assassinato de Elizabeth.

Maria foi julgada, condenada e executada em 8 de fevereiro de 1587.

O caso é desenvolvido com documentos e contextualização pelo Royal Museums Greenwich .

A execução de uma rainha por ordem de outra rainha era politicamente explosiva.

Além das disputas religiosas, ajudou a agravar ainda mais a tensão com a Espanha de Filipe II.

Por que Inglaterra e Espanha chegaram à guerra?

Na segunda metade do século XVI, a Espanha era uma das maiores potências europeias.

O império de Filipe II controlava vastos territórios e recebia enormes quantidades de prata provenientes das Américas.

A Inglaterra não possuía naquele momento um império comparável.

Mas começava a disputar espaços comerciais e marítimos antes dominados principalmente pelos ibéricos.

Esse movimento se conecta ao processo que estudamos no DaAula em Quem descobriu a América? Entenda as Grandes Navegações e o contexto histórico .

Portugal e Espanha haviam liderado grande parte das primeiras expansões marítimas europeias dos séculos XV e XVI. Posteriormente, Inglaterra, França e Países Baixos entraram mais intensamente nessa competição.

No caso inglês, a disputa com a Espanha envolvia comércio, religião, rivalidade política e ataques marítimos.

Navegadores ingleses atacavam embarcações espanholas e instalações coloniais.

Um dos nomes mais conhecidos desse período é Francis Drake.

Entre 1577 e 1580, Drake realizou uma circum-navegação do planeta e retornou à Inglaterra com enorme quantidade de riquezas obtidas durante ataques a interesses espanhóis.

Elizabeth concedeu apoio à viagem e posteriormente o armou cavaleiro.

Chamamos personagens como Drake de corsários ou privateers porque possuíam autorização política para atacar embarcações inimigas.

Para os ingleses, podiam ser celebrados como defensores da Coroa.

Para os espanhóis atacados por eles, a distinção em relação à pirataria provavelmente parecia bem menos impressionante.

Há ainda um aspecto que não deve ser escondido quando falamos dessa expansão.

Drake e seu primo John Hawkins também participaram dos primeiros empreendimentos ingleses relacionados ao tráfico transatlântico de pessoas escravizadas.

O próprio Royal Museums Greenwich destaca essa participação ao tratar da carreira marítima de Drake: Sir Francis Drake facts .

Portanto, a expansão marítima elisabetana não deve ser apresentada apenas como história de aventura, mapas e grandes navegadores.

Ela também participou da formação de sistemas coloniais e atlânticos profundamente ligados à violência e à escravidão.

1588 transformou a Armada Espanhola em símbolo nacional

Em 1588, Filipe II enviou uma grande frota contra a Inglaterra.

O projeto previa que a chamada Armada Espanhola navegasse pelo Canal da Mancha e ajudasse a transportar forças terrestres comandadas pelo duque de Parma, que estavam nos Países Baixos.

Os ingleses mobilizaram sua frota.

Entre seus comandantes estavam Lord Howard of Effingham e Francis Drake.

A Armada entrou no Canal da Mancha em julho.

Depois de vários confrontos, os navios espanhóis chegaram à região de Calais.

Na noite de 28 de julho, os ingleses enviaram navios incendiários em direção à formação espanhola.

A manobra provocou desorganização.

No confronto de Gravelines, no dia seguinte, os espanhóis foram pressionados para o norte.

Impedidos pelos ventos de retornar pelo Canal, decidiram contornar as ilhas britânicas passando pelo norte da Escócia e pelo oeste da Irlanda.

Tempestades e dificuldades logísticas destruíram ou dispersaram vários navios durante a viagem de retorno.

O Royal Museums Greenwich apresenta uma cronologia detalhada desses acontecimentos.

A derrota espanhola tornou-se um dos episódios mais celebrados do reinado de Elizabeth.

É desse contexto que vem também seu famoso discurso aos soldados em Tilbury.

Mas existe um cuidado importante.

A derrota da Armada de 1588 não significou a destruição imediata do poder espanhol nem transformou instantaneamente a Inglaterra na maior potência marítima do mundo.

O próprio Royal Museums Greenwich chama atenção para a dimensão posterior de propaganda criada em torno da vitória.

Mais de dois terços dos navios da Armada conseguiram retornar à Espanha, embora muitos estivessem gravemente danificados.

No ano seguinte, os ingleses lançaram sua própria grande expedição contra Espanha e Portugal — às vezes chamada de Contra-Armada inglesa — e sofreram um enorme fracasso.

A guerra anglo-espanhola ainda continuaria durante anos.

O conflito somente terminaria depois da morte de Elizabeth, com o Tratado de Londres de 1604.

A interpretação propagandística da vitória inglesa pode ser estudada no material The Armada Portrait and Elizabethan propaganda .

A Inglaterra começou a olhar de maneira diferente para as Américas

A expansão marítima inglesa também estimulou projetos de colonização.

Um dos principais nomes relacionados a essas iniciativas foi Walter Raleigh.

Durante a década de 1580 foram realizadas tentativas de estabelecer uma colônia inglesa em Roanoke, na costa da atual Carolina do Norte.

A região recebeu o nome de Virginia, tradicionalmente associado à imagem de Elizabeth como a “Rainha Virgem”.

O projeto fracassou.

A famosa colônia de Roanoke desapareceu e tornou-se um dos episódios mais conhecidos da história colonial inglesa.

Portanto, é incorreto imaginar que durante o reinado de Elizabeth a Inglaterra já tivesse construído o enorme império colonial que conheceríamos nos séculos posteriores.

O Royal Museums Greenwich observa explicitamente que, quando Elizabeth morreu em 1603, a Inglaterra ainda não possuía um império ultramarino estabelecido comparável ao que desenvolveria posteriormente.

As tentativas elisabetanas foram importantes porque indicam uma nova direção.

A colonização permanente inglesa da América do Norte começaria somente no reinado seguinte, com Jamestown, fundada na Virgínia em 1607.

Sobre as iniciativas de Raleigh e Roanoke, vale consultar: Royal Museums Greenwich — viagens e colonização de Roanoke .

Shakespeare viveu justamente no mundo de Elizabeth I

Enquanto navios ingleses atravessavam oceanos e a Coroa disputava espaço político com a Espanha, Londres também vivia uma transformação cultural extraordinária.

É nesse período que aparece William Shakespeare.

Shakespeare nasceu em 1564, seis anos depois da chegada de Elizabeth ao trono.

Durante as décadas de 1590 e início de 1600, tornou-se ator, dramaturgo e sócio de uma companhia teatral.

O Globe Theatre foi inaugurado em 1599.

Peças eram assistidas por públicos socialmente muito variados, e o teatro tornou-se uma importante forma de entretenimento urbano.

Companhias teatrais também se apresentavam na corte.

A Shakespeare Birthplace Trust informa que Elizabeth era patrona ativa das artes cênicas e possuía inclusive sua própria companhia, os Queen’s Men. Companhias ligadas a Shakespeare também realizaram apresentações diante da rainha.

Você pode consultar o material Shakespeare’s Career — Shakespeare Birthplace Trust .

Além de Shakespeare, o período produziu dramaturgos como Christopher Marlowe e uma ampla cultura de poesia, música, espetáculos públicos e produção literária.

É por isso que muitas obras utilizam a expressão Era Elisabetana para designar não apenas um reinado político, mas também um período cultural.

Ainda assim, precisamos ter cuidado com outra expressão bastante comum:

“IDADE DE OURO ELISABETANA”

A expressão ajuda a identificar o florescimento artístico, a expansão marítima e a construção posterior de uma imagem gloriosa do reinado.

Mas não significa que aqueles 44 anos tenham sido uma época de prosperidade para todos.

A chamada “Era de Ouro” possuía um lado muito menos dourado

Nas décadas finais do século XVI, a Inglaterra enfrentou inflação, colheitas ruins, crescimento da pobreza e tensões sociais.

Esses problemas se tornaram suficientemente graves para exigir novas políticas públicas.

Durante o reinado de Elizabeth foram aprovadas medidas para organizar a assistência aos pobres, culminando na famosa Poor Law de 1601.

Há também episódios desconfortáveis relacionados à presença africana na Inglaterra.

Documentos preservados pelo The National Archives mostram que, na década de 1590, Elizabeth expediu ordens para que pessoas negras fossem expulsas do reino, associando sua presença aos problemas econômicos e sociais da época.

O documento de 1596 pode ser consultado diretamente: Open letter by Elizabeth I — The National Archives .

Ao mesmo tempo, a Inglaterra esteve envolvida em guerras violentas na Irlanda.

Nos últimos anos do reinado, a chamada Guerra dos Nove Anos consumiu recursos e trouxe enorme violência para a população irlandesa.

Isso nos mostra por que historiadores precisam olhar com cuidado para expressões como “era dourada”.

O florescimento cultural do período foi real. A expansão das atividades marítimas também foi real. Mas nenhuma dessas características transforma automaticamente o reinado em uma época de prosperidade uniforme, tolerância ou progresso para todos os grupos sociais.

Por que Elizabeth nunca se casou?

Outra característica inseparável da imagem de Elizabeth é o fato de nunca ter se casado.

A questão preocupava profundamente seus conselheiros e o Parlamento.

Uma rainha sem filhos deixava o futuro da sucessão incerto.

Elizabeth recebeu diferentes propostas de casamento e participou de longas negociações diplomáticas envolvendo possíveis pretendentes.

Entre eles estiveram nobres ingleses e príncipes estrangeiros.

Mas nenhum casamento ocorreu.

Ao longo do tempo, a rainha transformou essa situação em instrumento de sua própria imagem política.

Ela passou a ser celebrada como a Virgin Queen, a “Rainha Virgem”.

Essa imagem foi utilizada em pinturas, poemas e discursos para apresentar Elizabeth quase como se estivesse simbolicamente casada com o próprio reino.

Até mesmo o nome Virginia ficou ligado a essa construção simbólica.

A ausência de casamento, entretanto, não significava ausência de política matrimonial.

Negociações de casamento podiam ser utilizadas diplomaticamente para aproximar a Inglaterra de outros Estados sem que a união necessariamente se concretizasse.

Em outras palavras, Elizabeth conseguia utilizar até a possibilidade de casamento como ferramenta política.

Elizabeth também fazia parte de uma longa transformação da monarquia inglesa

Quando pensamos na monarquia britânica atual, é fácil imaginar que sua forma contemporânea sempre existiu.

Não existia.

Elizabeth I possuía poderes que um monarca britânico do século XXI não exerce.

Ainda assim, governava em diálogo — e por vezes em conflito — com instituições como o Parlamento, tribunais e conselhos.

Essa relação fazia parte de uma longa história inglesa de negociação sobre autoridade real.

Séculos antes do reinado de Elizabeth, por exemplo, o rei João havia sido pressionado pelos barões a aceitar a Magna Carta de 1215.

Se quiser acompanhar essa história em uma etapa anterior, o DaAula possui o artigo Magna Carta de 1215: O Documento que Limitou o Poder do Rei na Inglaterra .

É importante não traçar uma linha reta demais entre 1215 e as democracias atuais, mas observar essas diferentes etapas ajuda a compreender como as relações entre Coroa, lei e Parlamento mudaram ao longo dos séculos.

No século seguinte ao de Elizabeth, essas tensões explodiriam novamente durante os reinados dos Stuart, a Guerra Civil Inglesa e, posteriormente, a Revolução Gloriosa.

Quando Elizabeth morreu, a dinastia Tudor terminou

Elizabeth I morreu em 24 de março de 1603, aos 69 anos.

Ela não deixou filhos.

Com sua morte terminou a dinastia Tudor, que havia governado a Inglaterra desde Henrique VII, em 1485.

O trono passou para Jaime VI da Escócia, filho de Maria Stuart.

Na Inglaterra ele passou a reinar como Jaime I.

Temos aqui uma ironia histórica interessante.

Maria Stuart havia sido executada durante o reinado de Elizabeth, mas seu próprio filho acabou tornando-se sucessor da rainha inglesa.

A mudança também inaugurou a dinastia Stuart na Inglaterra.

O século XVII traria novos conflitos sobre religião, impostos, Parlamento e autoridade monárquica.

Portanto, quando associamos Elizabeth I a navios, Shakespeare e 1588, não estamos errados.

Mas podemos ir muito além.

Seu reinado ocupa uma espécie de cruzamento histórico entre Reforma religiosa, expansão atlântica, formação do Estado moderno, cultura renascentista, colonização e disputa pelo poder europeu.

É isso que explica por que uma soberana morta há mais de quatro séculos continua aparecendo em livros, exposições, filmes e exercícios escolares.

Para quem quiser aprofundar a trajetória da rainha além dos resumos escolares, uma biografia bastante conhecida é The Life of Elizabeth I, da historiadora Alison Weir. A obra acompanha tanto a vida pessoal quanto as disputas religiosas, diplomáticas e políticas de seu reinado. Você pode procurar o livro e outras biografias de Elizabeth I na Amazon . O link utiliza o identificador de afiliado daaula-20 e pode gerar comissão para o DaAula em compras qualificadas, sem custo adicional para o comprador.

Referências

  1. ROYAL COLLECTION TRUST. The King’s Gallery, Buckingham Palace — Queen Elizabeth II: Her Life in Style. Página oficial da exposição atualmente realizada em Londres no contexto do centenário de Elizabeth II, utilizada na abertura do artigo para diferenciar a antiga rainha contemporânea de Elizabeth I. Disponível em: Royal Collection Trust .
  2. THE NATIONAL ARCHIVES — UNITED KINGDOM. Archives Live: Tudors — Tudor Timeline. Cronologia documental da dinastia Tudor, incluindo os reinados de Henrique VIII, Eduardo VI, Maria I e Elizabeth I. Disponível em: The National Archives .
  3. THE NATIONAL ARCHIVES — UNITED KINGDOM. Elizabethan Settlement. Documentos relacionados ao Parlamento de 1559 e à reorganização religiosa ocorrida no início do reinado de Elizabeth I. Disponível em: Consultar o material .
  4. ROYAL MUSEUMS GREENWICH. Elizabeth I and Mary, Queen of Scots. Material utilizado para contextualizar Maria Stuart, as conspirações católicas, a excomunhão de Elizabeth e a execução de Maria em 1587. Disponível em: Royal Museums Greenwich .
  5. ROYAL MUSEUMS GREENWICH. Elizabeth I and the Spanish Armada. Cronologia da Armada Espanhola de 1588 e dos principais acontecimentos militares relacionados à tentativa de invasão. Disponível em: Consultar a fonte .
  6. ROYAL MUSEUMS GREENWICH. The Armada Portrait and Elizabethan Propaganda. Estudo sobre a construção posterior da imagem da vitória de 1588 e sobre os limites da interpretação que apresenta o episódio como nascimento imediato da supremacia naval inglesa. Disponível em: Consultar o artigo .
  7. ROYAL MUSEUMS GREENWICH. Sir Francis Drake facts. Material sobre a circum-navegação de Drake, sua atividade como corsário e sua participação inicial no tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. Disponível em: Royal Museums Greenwich .
  8. ROYAL MUSEUMS GREENWICH. Voyages in “search and discoverie of strange coasts”. Material relacionado às viagens inglesas, Walter Raleigh e às tentativas de colonização de Roanoke durante o reinado de Elizabeth I. Disponível em: Consultar a fonte .
  9. SHAKESPEARE BIRTHPLACE TRUST. Shakespeare’s Career. Material sobre a carreira de William Shakespeare, o teatro elisabetano, o patrocínio da rainha e as apresentações realizadas na corte. Disponível em: Shakespeare Birthplace Trust .
  10. SHAKESPEARE’S GLOBE. Playhouses. Material educacional sobre a expansão dos teatros londrinos e as companhias que atuavam durante os reinados de Elizabeth I e Jaime I. Disponível em: Shakespeare’s Globe .
  11. THE NATIONAL ARCHIVES — UNITED KINGDOM. Open letter by Elizabeth I, 1596. Documento utilizado para discutir a crise social da década de 1590, a presença africana na Inglaterra e as políticas de expulsão promovidas pelo governo elisabetano. Disponível em: Consultar o documento .
  12. DA AULA. Quem descobriu a América? Entenda as Grandes Navegações e o contexto histórico. Conteúdo relacionado para compreender o processo de expansão marítima europeia e a posterior entrada de Inglaterra, França e Países Baixos na competição atlântica. Disponível em: Acessar o artigo .
  13. DA AULA. Magna Carta de 1215: O Documento que Limitou o Poder do Rei na Inglaterra. Artigo relacionado para compreender uma etapa anterior das relações entre monarquia, lei e grupos políticos na história inglesa. Disponível em: Acessar o artigo .

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